Inflação aumenta 0,03%, mas alimentos do prato apresentam queda de preço A inflação na RM Salvador foi a 6ª mais alta entre os 16 locais pesquisados separadamente no país
Foto: Reginaldo Ipê
A inflação oficial da Região metropolitana de Salvador apresentou em agosto uma desaceleração, de 0,03%, ou seja, aumentou menos em relação a julho, conforme o índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se por um lado houve encarecimento do transporte por conta dos combustíveis, da saúde e dos cuidados pessoais por conta de remédios e planos de saúde, da taxa de água e esgoto e do gás de botijão – este que sofreu novo aumento agora em setembro, por outro, alimentos e bebidas apresentaram redução de preços: maior queda mensal de preços em quase sete anos (desde novembro de 2017), sendo a principal influência no sentido de segurar o custo de vida em agosto, em Salvador e Região Metropolitana. A deflação foi de -1,44%.
Conforme o IPCA, nove dos 10 produtos e serviços cujos preços mais caíram foram alimentos, liderados por tomate (-34,98%), cenoura (-21,98%) e cebola (-21,96%); tubérculos, raízes e legumes (-20,79%), em especial, batata-inglesa (-15,33%). Também houve importantes reduções vindas do pão francês (-3,69%) e das carnes (-1,24%). Ainda assim, a inflação na RM Salvador foi a 6ª mais alta entre os 16 locais pesquisados separadamente no país, empatada com a do município de Campo Grande/MS (0,03%), e ficou levemente acima da registrada no Brasil como um todo, onde houve deflação (-0,02%). No entanto, mesmo com o aumento menor que o mês de julho, o IPCA ficou levemente acima do resultado nacional, quando a deflação foi de 0,02% Segundo os dados do IBGE, a o índice da RMS acumulou alta de 2,68% de janeiro a agosto de 2024, ficando abaixo do índice nacional (2,85%).
Os 0,03% aumentados na inflação foi resultado de altas nos preços em 7 dos 9 grupos de produtos e serviços que compõem o IPCA. São eles: transportes, combustíveis, saúde e cuidados pessoais. No caso de transportes, o aumento de 1,14% foi o maior e exerceu a principal pressão inflacionária no mês de agsoto, influenciada, principalmente, pelas altas dos combustíveis (4,66%), especialmente da gasolina (4,67%), e do etanol (8,73%). Foi o encarecimento dos produtos farmacêuticos – ou remédios – de (0,95%) e de plano de saúde (0,58%) que levaram a inflação d grupo ‘saúde e cuidados pessoais’, cujo aumento foi de (0,33%) em agosto, o 4º maior aumento,
Redução - Por outro lado, o grupo alimentação e bebidas registrou a sua maior queda mensal de preços em quase 7 anos (desde novembro de 2017), sendo a principal influência no sentido de segurar o custo de vida em agosto, na RM Salvador. A deflação foi de -1,44%. No mês, 9 dos 10 produtos e serviços cujos preços mais caíram foram alimentos, liderados por tomate (-34,98%), cenoura (-21,98%) e cebola (-21,96%); Nos 12 meses encerrados em agosto, a inflação na RMS acumula alta de 3,71% e também continua menor do que no Brasil como um todo (4,24%). No mês, 9 dos 10 produtos e serviços cujos preços mais caíram foram alimentos, liderados por tomate (-34,98%), cenoura (-21,98%) e cebola (-21,96%); Nos 12 meses encerrados em agosto, a inflação na RMS acumula alta de 3,71% e também continua menor do que no Brasil como um todo (4,24%).
Nacional - Dos 16 locais, 8 registraram deflação, segundo o IPCA de agosto, com os menores índices sendo registrados nos municípios de São Luís/MA (-0,54%) e Goiânia/GO (-0,51%), e na RM Belém/PA (-0,40%). Por outro lado, as maiores inflações ocorreram na RM Porto Alegre/RS (0,18%), em Brasília/DF (0,17%) e na Grande Vitória/ES (0,14%).
Por Hieros Vasconcelos
