Israel convoca 300 mil reservistas em 48 horas para cerco a Gaza
A disputa mais recente entre Israel e o Hamas entrou em seu terceiro dia ontem. Mais de 1.200 mortes já foram confirmadas, sendo 700 em Israel, 493 na Faixa de Gaza e 7 na Cisjordânia.
Ontem, Israel anunciou a convocação de 300 mil reservistas de seu exército em 48 horas - número exorbitante e sem precedentes na história - para realizar um cerco à Faixa de Gaza para enfrentar o Hamas, um grupo extremista armado que é uma das maiores organizações islâmicas dos territórios palestinos e controla a Faixa de Gaza desde 2007.
A prática de cercar um inimigo e impedir a entrada de recursos como água e comida é considerada um crime de guerra . O porta-voz militar de Israel, Daniel Hagari, disse que “nunca convocamos tantos reservistas, em uma escala como essa".
O governo israelense disse ainda que pediu aos moradores do norte e leste da Faixa de Gaza - que não tem abrigos antiaéreos oficiais - para deixarem suas casas.
Desde sábado (7) o país declarou guerra ao Hamas, grupo islâmico armado que se opõe ao Estado de Israel e reivindica seus territórios, após um ataque surpresa promovido pelo Hamas, que lançou mais de 5.000 foguetes matando pelo menos 22 israelenses e deixando 250 feridos. Foi a ação violenta mais brutal dos últimos 50 anos na região.
Cerco total
A retaliação de Israel aos atentados terroristas perpetrados pelo Hamas no sábado, 7, envolverá um cerco total à Faixa de Gaza, seguido, provavelmente, de uma incursão militar, anunciou o governo ontem. Em paralelo a um pesado bombardeio do território palestino, o Exército de Israel retomou o “controle total” das localidades do sul de Israel atacadas desde o início da ofensiva. O número de mortos pelo Hamas em Israel chegou a 800 e o de palestinos em Gaza, a 560.
“Temos controle das comunidades”, declarou o general Daniel Hagari, porta-voz do Exército israelense, em uma declaração televisionada à imprensa, acrescentando que “ainda pode haver terroristas na área”.
O ministro israelense da Defesa, Yoav Gallant, prometeu deixar os 2,3 milhões de palestinos que vivem no enclave sem eletricidade, comida, água, e gás.
O Hamas mantém cerca de 150 reféns no território após a incursão de sábado em Israel. Nesta tarde, o grupo palestino ameaçou matar cada um deles para cada bombardeio de Israel. Segundo a ONU, os bombardeios israelenses já afetaram 400 mil moradores de Gaza, que ficaram sem água e luz.
Fonte: IG
Ontem, Israel anunciou a convocação de 300 mil reservistas de seu exército em 48 horas - número exorbitante e sem precedentes na história - para realizar um cerco à Faixa de Gaza para enfrentar o Hamas, um grupo extremista armado que é uma das maiores organizações islâmicas dos territórios palestinos e controla a Faixa de Gaza desde 2007.
A prática de cercar um inimigo e impedir a entrada de recursos como água e comida é considerada um crime de guerra . O porta-voz militar de Israel, Daniel Hagari, disse que “nunca convocamos tantos reservistas, em uma escala como essa".
O governo israelense disse ainda que pediu aos moradores do norte e leste da Faixa de Gaza - que não tem abrigos antiaéreos oficiais - para deixarem suas casas.
Desde sábado (7) o país declarou guerra ao Hamas, grupo islâmico armado que se opõe ao Estado de Israel e reivindica seus territórios, após um ataque surpresa promovido pelo Hamas, que lançou mais de 5.000 foguetes matando pelo menos 22 israelenses e deixando 250 feridos. Foi a ação violenta mais brutal dos últimos 50 anos na região.
Cerco total
A retaliação de Israel aos atentados terroristas perpetrados pelo Hamas no sábado, 7, envolverá um cerco total à Faixa de Gaza, seguido, provavelmente, de uma incursão militar, anunciou o governo ontem. Em paralelo a um pesado bombardeio do território palestino, o Exército de Israel retomou o “controle total” das localidades do sul de Israel atacadas desde o início da ofensiva. O número de mortos pelo Hamas em Israel chegou a 800 e o de palestinos em Gaza, a 560.
“Temos controle das comunidades”, declarou o general Daniel Hagari, porta-voz do Exército israelense, em uma declaração televisionada à imprensa, acrescentando que “ainda pode haver terroristas na área”.
O ministro israelense da Defesa, Yoav Gallant, prometeu deixar os 2,3 milhões de palestinos que vivem no enclave sem eletricidade, comida, água, e gás.
O Hamas mantém cerca de 150 reféns no território após a incursão de sábado em Israel. Nesta tarde, o grupo palestino ameaçou matar cada um deles para cada bombardeio de Israel. Segundo a ONU, os bombardeios israelenses já afetaram 400 mil moradores de Gaza, que ficaram sem água e luz.
Fonte: IG
